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Marcos da Silva
Comentário ·
há 10 anos
Direito à vida: “bandido bom é bandido morto” pode; aborto não
Vitor Guglinski
·
há 10 anos
Sem dúvida.
Só acho importante destacar que a responsabilidade é do homem também. Li muita gente discursando sobre como o abandono do pai pode ser um incentivo à mulher que pensa em abortar. Por isso sou a favor de políticas sociais que previnam a gravidez indesejada, as mesmas políticas que defendem para justificar a criminalidade e a não aplicação da pena de morte a criminosos. Sou a favor de educação e conscientização de homens e mulheres, começar criar o senso de responsabilidade nas pessoas, pois se a pessoa sabe que mesmo com métodos contraceptivos há o risco de engravidar, então transem sabendo que elas podem gerar uma gravidez e estejam dispostos a assumir a responsabilidade por esse ato. Agora querer transar e não assumir o risco de uma gravidez é o mesmo que, guardadas as devidas proporções, dirigir embriagado e não querer ser multado ou causar um acidente. As pessoas assumem o risco em ambos os casos. Transar pode causar bebês.
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Perfil Removido
Comentário ·
há 10 anos
Direito à vida: “bandido bom é bandido morto” pode; aborto não
Vitor Guglinski
·
há 10 anos
Como contou um professor meu sobre a crença da mãe da moça que ele atendeu:
- Ela é virgem, doutor, ela beijou o namorado e o "pus pulou"...
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Perfil Removido
Comentário ·
há 10 anos
Direito à vida: “bandido bom é bandido morto” pode; aborto não
Vitor Guglinski
·
há 10 anos
O aborto não é uma questão de religião, mas sim científica e de proteção de um bem jurídico fundamental, cuja carga axiológica é reconhecidamente superior à dos demais.
Não estou convencido quanto à necessidade da pena de morte, até porque, ela confere poder excessivo ao Estado (decidir quem vive e quem morre). Mas convenhamos: quando fetos cometerem latrocínios e estuprarem, talvez aí a opinião pública pensará diferente. Até lá, não há nada de incoerente no discurso: salva-se a vida do feto e apena-se com a morte um indivíduo que poderia causar muitas outras mortes de gente inocente.
Por fim, se os envolvidos utilizaram, cada um, um método anticoncepcional e, mesmo assim, ocorreu a concepção, essa criança é realmente excepcional, tem poderes sobrenaturais, pois as chances matemáticas são praticamente nulas (convenhamos, a "criança não desejada" nada mais é que uma lenda urbana criada por quem não utilizou devidamente os métodos anticoncepcionais).
Abraço!
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